Eventos

Curso Filme Noir









Apresentação

Noir, como objeto artístico, é “o gênero que nunca existiu”. Durante sua ocorrência original, localizada em algum ponto entre o princípio dos anos 40 e meados dos 50, nem indústria, nem crítica, nem público jamais utilizaram o termo, em terras americanas, em referência ao que hoje se cultura como Filme Noir.


Foram os franceses os seus criadores, e não os americanos. Privados de cinema hollywoodiano durante a Ocupação, os franceses viram-se diante de uma leva de filmes que incluía Relíquia Macabra (1941); Laura(1944); Até a Vista, Querida (1943); Pacto de Sangue (1944); Um Retrato de Mulher (1944); Assassinos (1946); A Dama do Lago (1946);Gilda (1946) e À Beira do Abismo (1946). Então, em 1946, o crítico e cineasta Nino Frank, em alusão à “série noire” (coleção editada na França contendo obras da literatura policial hard-boiled americana, base para a maioria desses filmes), cunhou o rótulo “Noir”.


Noir não é gênero, nem tom, nem estilo. É um fenômeno, e acima de tudo social. A maior prova de que existe? A fascinação que produz, o desejo que desperta: a “mística noir”.


Objetivo

O Curso FILME NOIR: CINEFILIA E SEXUALIDADE, ministrado por Fernando Mascarello, vai tratar das bases e do conceito que permeia toda a produção cinematográfica do período, enfocando com destaque a estética fílmica e o comportamento (a)moral das personagens, particularmente das femme fatales, figuras indissociáveis do imaginário clássico do Noir.




Temas

Afinal o que é Film Noir?
O contexto histórico
A invenção do termo na França
Noir, cinefilia e cinema de autor
Os EUA do pós-Segunda Guerra Mundial


Noir é gênero?
Definindo o Noir
O embate Masculino x Feminino
Femmes fatales e triângulos amorosos
A estética e a iconografia Noir



O termo Noir nos EUA
Neonoir ou o Noir contemporâneo
Cinefilia, sexualidade e o Noir


Ministrante: Fernando Mascarello

Doutor em Cinema pela ECA/USP, Professor do CRAV (Curso de Realização Audiovisual) e Coordenador da Especialização em Cinema na UNISINOS, organizador dos livros História do Cinema Mundial (7ª ed.) e Cinema Mundial Contemporâneo (2ª ed.). Já ministrou os cursos “Cinema de Autor” e “Neorrealismo Italiano: O Movimento e Seu Legado” pela Cine UM.


Curso
FILME NOIR: CINEFILIA E SEXUALIDADE
de Fernando Mascarello


Datas
16 e 17 / Dezembro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714


Inscrições
cinemacineum.blogspot.com.br

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras




Curso Quadrinhos no Cinema





Apresentação

O Cinema e os Quadrinhos surgiram praticamente juntos, no final do século XIX. Naquela época os experimentos cinematográficos buscavam o refinamento tecnológico que proporcionasse a experiência dos filmes em grande escala para audiências cada vez maiores. A própria gramática do Cinema não havia ainda encontrado sua forma definitiva naqueles tempos pioneiros. Simultaneamente, os Quadrinhos se consolidavam como uma forma popular e barata de "narrativa pictórica". Surgiam, portanto, novas formas de contar histórias, além da Literatura e do Teatro.


A ideia de narrativas ilustradas por imagens vem desde o tempo dos homens das cavernas, que rabiscavam suas "histórias" nas rochas. A inevitável aproximação dos Quadrinhos com o Cinema se deu desde os primeiros momentos. Os pioneiros irmãos Lumière (créditos historicamente como criadores do Cinema) buscaram inspiração numa "história em quadrinho" da época para um dos pequenos filmes curtos apresentados na histórica primeira sessão de cinema, em dezembro de 1895, num Café em Paris.


Há, sem dúvida, grandes diferenças entre a tela de cinema e uma página de revista, no entanto, as duas linguagens são em certa medida complementares, pois são fruto da cultura de massa. Por surgirem quase simultaneamente, Cinema e Quadrinhos compartilham características, sem perderem suas particularidades narrativas. Ao longo do tempo, em épocas distintas, se aproxima e se afasta do universo dos Quadrinhos. Atualmente estamos vivendo um dos momentos mais fortes desta relação. O espetacular resultado financeiro das adaptações cinematográficas da última década consolidou um formato hegemônico que conquista cada vez mais e mais público. Mas, fica a pergunta: "Até quando dura esta Era de Ouro?"




Objetivos

O Curso Quadrinhos no Cinema: Uma História Quadro a Quadro, ministrado por André Kleinert, vai passar a limpo a história da relação entre Cinema e Quadrinhos, analisando as linguagens; as principais adaptações; a estética dos Quadrinhos que influencia o Cinema e vice-versa; a importância das grandes editoras e a estratégia da indústria cinematográfica.


Não é necessário nenhum pré-requisito para participar desta atividade.
O curso é aberto ao público em geral interessado no tema.


  

Temas

- Como ocorre a aproximação entre os Quadrinhos e Cinema? Os pontos em comum entre as linguagens formais das duas mídias.
- Universos paralelos / Universo único: os níveis de realidade em que Cinema e Quadrinhos se relacionam.
- Origens das indústrias cinematográficas e dos quadrinhos: perspectiva e semelhanças históricas.
- Cineastas quadrinistas ou Quadrinistas cineastas? Artistas que transitam entre as duas mídias;
- Seriados cinematográficos: os primórdios das primeiras transposições cinematográfica dos quadrinhos.


- Marvel e DC: breve história editorial e a saga de seus principais heróis na tela grande.
- Alan Moore e Frank Miller: a acidentada trajetória de dois mestres no cinema.
- Mark Millar: um exemplo de como se opera em termos criativos e comerciais a relação entre o cinema e os quadrinhos na atualidade.
- As principais escolas e gêneros dos Quadrinhos adaptados para o Cinema. Quadrinhos underground e independentes norte-americanos.


- Terror: como as editoras EC Comics e Warren Publishing influenciaram o horror cinematográfico moderno.
- França: Metal HurlantAsterix e Lucky Luke.
- Itália: TexDanger Diabolik e o vasto universo dos fumetti.
- Japão: Mangás - samurais, ficção científica, magia e super-heróis.
- Brasil: O talento multimídia de José Mojica Marins (Zé do Caixão); Ivan Cardoso e Paulo Biscaia Filho.




Ministrante: André Kleinert

Autor (juntamente com Hiron "Goida" Goidanich) da "Enciclopédia dos Quadrinhos" (Editora L&PM). Membro da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS) e diretor de programação do Clube de Cinema de Porto Alegre. Escreve regularmente sobre cinema e música. Criador do blog "Anti-Dicas de Cinema".



Curso
QUADRINHOS CINEMA:
UMA HISTÓRIA QUADRO A QUADRO
de André Kleinert

Datas
25 e 26 / Novembro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714


Inscrições
cinemacineum.blogspot.com.br

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras



Curso Cinema no Leste Europeu









Apresentação

“Há um buraco na minha cortina”, canta uma aspirante a estrela do rock num dos primeiros filmes de Miloš Forman, Concurso. O refrão parece tripudiar do cenário que favoreceu não apenas a existência de um jovem cinema no país, mas toda a onda de novos cinemas em terras que viviam estreitamente vigiadas entre os anos 1950 e 60. Certamente não estava no roteiro dos burocratas que grandes nomes do leste como Jerzy Skolimowski, Věra Chytilová , Miklós Jancsó e Dušan Makavejev, entre outros, construíssem, ainda que de forma breve, uma filmografia radical e sólida em seus próprios territórios, a ponto de serem rapidamente alçados ao pódio das referências cinematográficas modernas dos anos 1960.



Nesse período, rupturas jovens surgiram em países como a Polônia, onde duas gerações importantes se formaram, a dos anos 1950, capitaneada por nomes como Andrzej Wajda, Andrzej Munk e Jerzy Kawalerowicz, e a dos anos 1960, tendo Roman Polanski e Jerzy Skolimowski na linha de frente; e a Hungria, que paradoxalmente afrouxou algumas correntes após a invasão soviética, em 1956, e revelou nomes importantes na década de 1960 como István Szabó, Miklós Jancsó e Márta Mészáros. Na Tchecoslováquia, a nova geração foi tão revolucionária que ganhou a alcunha de “o milagre do filme tcheco”. Tornou-se respeitada entre a crítica na Europa e premiada no tapete vermelho de Hollywood. Embora a Iugoslávia de Josif Tito não fizesse parte da fronteira desenhada pelo Pacto de Varsóvia, a existência de um jovem cinema no país, a black wave de Dušan Makavejev e Aleksandar "Saša" Petrović, teve uma história similar à das outras repúblicas socialistas do leste europeu, com uma série de obras radicais, nos sentidos político e estético, num curto espaço de tempo.


Objetivos

O curso O Cinema Moderno no Leste Europeu, ministrado por Leonardo Bomfim, aborda as principais características das rupturas realizadas em quatro países (Polônia, Tchecoslováquia, Hungria e Iugoslávia), como a tendência ao absurdo e ao surrealismo, as transgressões das noções clássicas do cinema, a autocrítica política e comportamental, a relação com a tradição e com o realismo socialista.
O curso oferece um panorama dos novos cinemas do países a partir da obra de quatro cineastas essenciais: Jerzy Skolimowski, Věra Chytilová, Miklós Jancsó e Dušan Makavejev, autores de marcos da vanguarda dos anos 1960 como As Pequenas MargaridasO Fruto do ParaísoW.R. - Mistérios do OrganismoBarreira e Vermelhos e Brancos.


Conteúdo programático

Aula 1

- Panorama sobre o cinema do Leste Europeu
- Jerzy Skolimowski e a Escola de Lodz na Polônia
- Věra Chytilová e a Nova Vlnà da Tchecoslováquia


Aula 2

- A onda eslovaca da Nova Vlnà
- A Hungria de Miklós Jancsó
- Dušan Makavejev  e a Black Wave Iugoslava
  

Ministrante: Leonardo Bomfim


Jornalista e Mestre em Comunicação Social (PUCRS). Membro da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS). Curador das mostras "Cinema Marginal" e "Cinema Black", realizadas na sala de cinema P. F. Gastal. Diretor do documentário em longa-metragem Nas Paredes da Pedra Encantada (2011). Publicou artigos em revistas como Teorema; Norte; Noize e em sites como Senhor F; Fronteiras do Pensamento e Rock Press. Editou o site Freakium, sobre cultura pop, música e cinema, de 2005 a 2007. Já ministrou os cursosNovos Cinemas dos Anos 60Brian De Palma: O Poder da Imagem;Lumiére, Méliès & Outros Pioneiros, Cinema Marginal Brasileiro e A Gênese da Nova Hollywood pela Cine UM.



Curso
O Cinema Moderno no Leste Europeu
de Leonardo Bomfim


Datas
11 e 12 de Novembro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 vagas) * Valor promocional esgotado *
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras




Curso Desconstruindo Woody Allen







Apresentação

Cineasta, roteirista, escritor, ator e músico, Allan Stewart Konigsberg, é o diretor de cinema mais identificado com Nova Iorque, a metrópole onde nasceu e desenvolveu sua carreira. Homem das letras e do Jazz, de humor refinado e sarcástico, Woody Allen construiu uma sólida e extensa filmografia. Hoje ocupa na indústria uma posição privilegiada para um cineasta já está prestes a completar 80 anos. Com prestígio inabalável, ainda que não seja exatamente um campeão de bilheterias, o cineasta mantém uma impressionante marca de produção: realiza em média um filme por ano há mais de três décadas.


Woody Allen começou a trabalhar como redator de comédia e humor na década de 50, inicialmente para a televisão e o teatro. Na virada da década venceu sua reconhecida timidez e encarou o palco atuando em antológicas apresentações solo de comédia stand up. Logo foi reconhecido por seu talento peculiar que unia humor, crítica e ironia em piadas impagáveis. Em rápido destaque na indústria do entretenimento, Allen logo foi convidado para escrever também para o cinema. Iniciou então uma carreira de roteirista, cujo primeiro trabalho foi o longa-metragem O Que é Que Há, Gatinha? de 1965. Já no ano seguinte estreia como diretor com a comédia What's Up, Tiger Lily?, que no Brasil recebeu o título de O Que Há, Tigresa?. A partir destas duas experiências Woody Allen passa a se dedicar quase que exclusivamente para o cinema.


Desde então foram mais de 50 longas-metragens como diretor, roteirista e ator. Em 1977 recebe a consagração da Academia ao receber quatro prêmios Oscar (Filme, Roteiro, Direção e Atriz) pela comédia Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall). Woody Allen já foi indicado 23 vezes para a maior premiação do cinema norte-americano. Destas indicações, 16 delas foram para o Oscar de Melhor Roteiro, um recorde na categoria. No entanto, apesar de toda esta atenção da Academia para seu trabalho, Woody Allen mantém uma distância regulamentar de Hollywood. Ao invés de comparecer à cerimônias de entrega do Oscar, Allen prefere ir tocar clarinete com seu grupo de Jazz no Bar Carlyle de Nova Iorque.


Woody Allen se descreve da seguinte maneira:

"As pessoas sempre se enganam em duas coisas sobre mim: pensam que sou um intelectual, porque uso óculos, e que sou um artista, porque meus filmes sempre perdem dinheiro".


Objetivos

O curso Desconstruindo Woody Allen, ministrado por Josmar Reyes, vai explorar toda a filmografia do realizador a partir de um olhar analítico sobre sua obra. O curso ressaltará os aspectos narrativos, estéticos e técnicos, bem como as particularidades da carreira do diretor e suas influências artísticas. Serão abordados também os temas recorrentes em seus filmes, assim como curiosidades relativas à produção de seus filmes.


Não é necessário nenhum pré-requisito para frequentar esta atividade.
O curso é aberto a todos os interessados.


Temas

- O início da carreira
- A consagração de "Annie Hall" e "Manhattan"
- Da comédia ao drama
- Cinema e Psicanálise: as neuroses de um cineasta
- As principais influências: Bergman, Truffaut e Fellini
- Experiências fora dos EUA




Ministrante: Josmar Reyes

Doutor em Ciências da Comunicação e da Informação, Novas Tecnologias e Artes do Espetáculo (Université de Paris III - Sorbonne Nouvelle). Professor do Curso de Realização Audiovisual (Unisinos) e do Curso de Comunicação Social (UNISC). Licenciado em Letras / Português - Francês (UFRGS) e Mestre em Estudos Francófonos (UFRGS). Já ministrou os cursos “Todas as Cores de Pedro Almodóvar” e “Nouvelle Vague do Cinema Coreano” pela Cine UM.



Curso
Desconstruindo Woody Allen
de Josmar Reyes

Datas
28 e 29 de Outubro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras



Curso Fritz Lang









Apresentação

O austríaco Fritz Lang foi um diretor que, além de ser um dos pioneiros da arte cinematográfica, literalmente, viveu metade de sua vida na Alemanha, e a outra metade em Hollywood. Dono de uma cinematografia que soma o número astronômico de quase 50 filmes, Lang produziu obras que hoje são referências não apenas para cinéfilos, como igualmente para os estudiosos.


Em sua vida, passou por alguns dos mais turbulentos acontecimentos do século XX: a 1ª Guerra Mundial, a ascensão e a queda do Nazismo e a Guerra Fria. Entretanto, além destes acontecimentos, sua vida foi permeada de acontecimentos fantásticos e fatalidades que levam muitos estudiosos e pesquisadores a se perguntar o que, de fato, é parte de sua biografia e o que pode, na verdade, ter sido uma grande performance por parte do diretor.


A imagem que nos vem à cabeça não é a do imigrante germânico que se refugia na América para dar continuidade ao seu trabalho, assim como foi com diversos artistas exilados, fugitivos do Nazismo, mas sim, o de um homem sério, com forte sotaque alemão, odiado por seus colegas e subordinados, e cujo monóculo é quase o estereótipo do general ditador. Sua vasta filmografia é considerada por Michel Mourlet como “(...) um itinerário que nada mais é do que o próprio cinema contemplado em seu conjunto” e é parada obrigatória para todos os amantes da 7ª Arte.


O curso fará um passeio intercontinental, mostrando as fases alemã e americana do diretor; como Lang se apropriou da chegada do som no cinema; as temáticas recorrentes de seus filmes; mitos e curiosidades sobre suas obras; lendas, mistérios e enigmas de sua biografia; e exibição de trechos de algumas de suas entrevistas, e discussão e exibição de cenas de filmes como A Morte Cansada (1921), A Mulher na Lua (1929), M, O Vampiro de Düsseldorf (1931), Metrópolis (1926), O Homem Que Quis Matar Hitler (1941), entre outros.


Objetivos

O curso Fritz Lang: O Arquiteto das Sombras, de Janaina Gamba, tem como proposta homenagear o diretor no ano de seu 127º ano de seu aniversário, discutindo e analisando diversos aspectos de suapersona e de sua prolífica filmografia, entendendo como o diretor foi para além de seu tempo, se tornando referência para diversos outros diretores.


Conteúdo programático

Aula 1 – Fase Alemã
Era Silenciosa 1 (1921 – 1924): Início da carreira cinematográfica de Fritz Lang até a produção de seu primeiro épico.
Era Silenciosa 2 (1925 – 1929): Fritz Lang se torna um dos maiores diretores da maior companhia cinematográfica da Europa e produz filmes ousados.
A chegada do som: O diretor se apropria da tecnologia sonora em seus filmes.


Aula 2 – Fase Americana

Temáticas recorrentes: A unidade da obra de Fritz Lang.
Trilogia social: Como a luta pela democracia na indústria norte-americana afetou o realizador.
Volta à Alemanha: A saída de Hollywood, seu breve retorno à Europa e o fim da carreira.


Ministrante: Janaína Gamba

Mestra e Doutoranda em Comunicação Social (PUCRS). Apaixonada por vilões, e pesquisadora do assunto desde 2011, recentemente lançou o livro “Cara de Vilão”, onde analisa diversos aspectos da figura do Vilão em filmes de horror Já ministrou o curso "Vilões do Cinema: Nossos Malvados Favoritos" pela Cine UM em 2015.





Curso
Fritz Lang: O Arquiteto das Sombras
de Janaína Gamba



Datas
14 e 15 de Outubro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras




Curso A Representação da Infância no Audiovisual

Datas dos encontros: 03/10, 04/10 e 05/10
Horário: das 19h às 21h
Local: Sala Multimídia da Cinemateca Capitólio Petrobras

Inscrições pelo e-mail: alfabetizacaoaudiovisual@gmail.com






Curso Filme Comédia - O Cinema Que Faz Rir







Apresentação

Conceitualmente o filme cômico se caracteriza pela inclusão de gags, piadas, cenas e sequências de humor (visuais ou verbais) em meio à narrativa, com o objetivo explícito de provocar o riso da plateia (gozo sensorial). A comédia está presente no cinema desde os primórdios de sua existência. Na verdade, não havia como ser de outra forma, se levarmos em conta que os primeiros filmes eram exibidos como atrações de feiras e parques de diversões. Existiam essencialmente como produto de entretenimento. Em termos históricos, a considerada primeira comédia do cinema está completando 120 anos. Foi O Regador Regado, realizado pelos irmãos Lumière em 1896.


A comédia, como gênero cinematográfico, estabeleceu-se ainda no período do cinema mudo. A impossibilidade de utilizar sons para transmitir a comicidade foi fundamental para o desenvolvimento do humor visual. A graça estava toda nas situações e ações externas dos personagens. Aquele foi um período do chamado “humor pastelão” que explorou muitas tortas na cara, muitas perseguições, correrias e a velocidade de um mundo que estava em constante evolução industrial.


Sabidamente o homem é o único animal que ri e rindo, reflete sobre a sua própria imagem. A comédia, portanto, representa o homem e suas imperfeições. Nos anos 1920 a comédia de costumes fez escola no cinema norte americano e depois se espalhou mesclando com outros gêneros. A comédia musical, a comédia de erros e a comédia erótica são subgêneros que perpassaram a história do cinema.


No Brasil temos o início do Teatro de Revista, na década de 1930 e a tradição dos espetáculos de atrações. O ciclo da Chanchada no cinema brasileiro, a comédia popular e o filme musical. A comédia popular cinematográfica dos anos 1970, a Pornochanchada, chegou também a influenciar os programas de televisão. As comédias de costumes são influenciaram fortemente os filmes europeus e latinos americanos. Por fim, chegamos ao atual momento das comédias populares contemporâneas no cinema brasileiro.


Objetivos

O Curso Filme Comédia: O Cinema Que Faz Rir, ministrado por Flávia Seligman, vai desenvolver uma análise da evolução do gênero da Comédia no cinema mundial e também brasileiro. Serão revisitados os grandes filmes, os realizadores e atores de destaque deste gênero que surgiu já no nascimento do cinema há 120 anos. Trechos de obras clássicas e representativas serão exibidos e comentados durante o curso.


Conteúdo das aulas

Aula 1
- A história do riso e suas particularidades. O riso no teatro, na literatura e no princípio do cinema.
- Os filmes mudos, as pequenas comédias de costumes. A comédia norte-americana dos anos 1920.
- O Slapstick, gênero de comédia cinematográfica onde predominam as cenas de ação física.
- A evolução do gênero dentro da indústria norte americana de cinema: a comédia popular, a comédia musical, a comédia independente.
- O Sitcom e as séries de televisão com personagens comuns e humor cotidiano.



Aula 2
- A comédia pelo mundo. A tradição da comédia francesa e a sua representação no cinema. A comédia de costumes no cinema latino americano.
- A comédia no Brasil, o folhetim, o teatro de revista e a comédia no cinema.
- A Chanchada e o filme carnavalesco dos anos 1940 e 1950.
- A Pornochanchada dos anos 1970 e a comédia erótica.
- A “Globochanchada” e a comédia de costumes contemporânea, no cinema e na televisão.


Ministrante: Profª Dra. Flávia Seligman

Bacharel em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Famecos / PUC RS (1986). Mestre (1990) e Doutora (2000) em Cinema pela ECA/USP. Professora do Curso de Realização Audiovisual e do Curso de Jornalismo da Unisinos - RS, nas áreas de Estética, Cinema Brasileiro, Televisão e Produção. Professora de Cinema e de Semiótica, dos Cursos de Design e Jornalismo da ESPM - SUL em Porto Alegre.
Diretora, produtora e roteirista. Desenvolveu a pesquisa "Globo Filmes para um Globo Público" junto ao Núcleo de Pesquisas e Publicações da ESPM–Sul. Dirigiu os curtas metragens O Último Chocolate (2013) e O Fusca e a Dona Hortência (2014), selecionados pelo projeto Histórias Curtas, da RBS TV, com exibições na TV aberta e na TV paga (Canal Brasil). Já ministrou o curso “Cinema Brasileiro nos Anos de Chumbo”.



Curso
FILME COMÉDIA: O CINEMA QUE FAZ RIR
de Flávia Seligman

Datas
30/Set. e 01/Out. (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio Petrobras
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

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Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras




Curso Filmes & Sonhos

Mais informações: http://cinemacineum.blogspot.com.br/


.....TURMA EXTRA.....



Apresentação

1895 foi um ano de convergências. Na noite do dia 23 para 24 de julho de 1895, Sigmund Freud teve seu sonho mais importante. A primeira projeção de cinema ocorreu em 25 de dezembro do mesmo ano. Teria Freud ido às primeiras projeções dos irmãos Lumière na cidade de Viena, em abril de 1896?


Desde seu início o cinema incluiu a linguagem onírica em suas narrativas. Ainda nos anos ’20 do século passado, quando o livro “A Interpretação dos Sonhos” popularizou-se pela Europa e pelo mundo, artistas e cineastas procuravam Freud, agradecidos pela influência do primeiro psicanalista em suas produções artísticas. Alguns tentaram, sem sucesso, a supervisão do gênio da alma humana para a produção de roteiros, influenciados por suas obras.


Com muito esforço e insistência, discípulos do pai da Psicanálise o convenceram a aceitar que os mesmos supervisionassem a construção de um roteiro de um importante cineasta do expressionismo alemão. Do cinema clássico ao contemporâneo, muitos filmes foram diretamente influenciados pelo pensamento psicanalítico.


Méliès, Pabst, Buñel/Dalí, Hitchcock, Bergman, Pasolini, Fellini e Kurosawa são exemplos de alguns diretores que utilizaram a psicanálise em cenas oníricas de seus roteiros. No Oscar de 2017, um dos filmes concorrentes ao prêmio máximo apresentava um sonho quase idêntico ao usado por Freud em seu livro mais famoso.


Público Alvo

Pessoas interessadas em Psicanálise, nos Sonhos e Cinema.
Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional para participar desta atividade.


Objetivos

O Curso Filmes & Sonhos: A Psicanálise no Cinema, ministrado por Leonardo Della Pasqua vai apresentar o desenvolvimento da teoria da interpretação dos sonhos na Psicanálise, relacionando os sonhos ao modo como são representados pelo Cinema, baseando as possibilidades de interpretação dos mesmos, utilizando os exemplos fílmicos para ilustrar os tipos de sonhos e modalidades de interpretação.


Conteúdo programático

Aula 1

- O cinema mudo:
1. O primeiro filme a utilizar sonhos em seu roteiro
2. A presença dos sonhos no cinema mudo
3. Os filmes oníricos do cinema mudo
- Georges Méliès e a intuição do inconsciente freudiano
- Georg Wilhelm Pabst e “Os mistérios da alma”
- Luis Buñuel, Salvador Dalì e o surrealismo onírico
- Sonhos no cinema clássico
- Hitchcock e a plasticidade do sonho
- Ingmar Bergman e o simbolismo onírico
- O livro dos sonhos de Federico Fellini
- A interpretação dos sonhos na obra de Pier Paolo Pasolini


Aula 2

- Sonhos no cinema moderno
- Os sonhos psicanalíticos na ótica de Woody Allen
- Sonhos de Kurosawa e a cena primária
- Exemplos de narrativa onírica em Pedro Almodóvar
- David Lynch e o moderno cinema onírico
- Anthony Hopkins e o sonho dentro do sonho
- Sonhos no cinema contemporâneo
- Michel Gondry e o cinema onírico
- Denis Villeneuve e a dimensão onírica dos roteiros
- Kenneth Lonergan e a atualidade de Freud


Ministrante: Leonardo Della Pasqua

Psicanalista. Psicólogo. Formado em psicanálise na escola Lo Spazio Psicoanalitico di Roma, Itália. Sócio-fundador do Laboratório Psicoanalitico Tiburtino, em Roma, na Itália, onde coordenou o evento “Cinema e Terceira Idade” por um período de três anos. Presidente da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul (Biênio 2011-2013), onde coordenou as atividades “Cinema e psicologia” e “Diálogos entre o direito e a psicologia”. Ministra a disciplina Teoria e Técnica Psicanalítica III no curso de formação em psicanálise do Círculo Psicanalítico do Rio Grande do Sul. Coordenador do curso “A interpretação dos sonhos na psicanálise: um laboratório onírico didático”, com diversas edições no Rio Grande do Sul.



Curso
* Turma Extra *
Filmes & Sonhos: A Psicanálise no Cinema
de Leonardo Della Pasqua


Datas
09 e 10 de Setembro (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário: R$ 80,00

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras













Curso Elvis Presley

Mais informações: http://cinemacineum.blogspot.com.br/




Apresentação

Rei do Rock? Cantor mediano? Voz inconfundível? Somente um rosto bonito entre roqueiros lendários? As opiniões sobre Elvis Presley variam, mas seu impacto na cultura pop global é unânime. Resultado de uma estratégia de comunicação e marketing que o tornou uma das maiores estrelas de seu tempo, Elvis transitou entre mídias e teve no cinema um aliado importante. Atuou em 31 filmes entre 1956 e 1969, tendo bom desempenho em títulos como O Prisioneiro do Rock (1957), Balada Sangrenta (1958), Feitiço Havaiano (1961) e Amor a Toda Velocidade(1964).


Para marcar os 40 anos da morte do ídolo, o curso vai vasculhar a longa produção cinematográfica do roqueiro, destacando as cenas das produções mais importantes sempre as relacionando a contextos histórico-culturais, bastidores ou curiosidades. A experiência de Elvis Presley no cinema também será observada pelo ponto de vista documental, ficcional e por meio de concert movies e biopics lançados após sua morte, entre 1979 e 2016.




Objetivos

O Curso Elvis Presley em Hollywood – It’s Now or Never, ministrado por Danilo Fantinel, vai revisitar a carreira do rei do rock em sua experiência muito bem sucedida como estrela de cinema. A biografia de Elvis Presley será passada a limpo com especial atenção para as inovadoras estratégias de comunicação e marketing desenvolvidas especialmente para o artista, que viraram regra a partir de então. A passagem de Elvis Presley por Hollywood provocou forte impacto cultural na sociedade, revelando novas possibilidades de diálogo entre o cinema e a música. O curso será fartamente ilustrado com cenas famosas e icônicas de vários filmes do artista, que nos auxiliarão a identificar o legado artístico de Elvis Presley também universo do cinema.



Conteúdo programático

Aula 1

- Biografia e impacto cultural
- Elvis, música e cinema
- Principais filmes como ator (1956 – 1969)


Aula 2

- Documentários, biopics e concert movies (1970 – 2016)
Aloha from Hawaii e especiais para a TV
- Filmes ficcionais sobre o ídolo pós-morte



Ministrante: Danilo Fantinel

Doutorando em Comunicação e Informação (UFRGS), estuda as relações entre o cinema e o imaginário antropológico. Cobre shows nacionais e internacionais há 17 anos, incluindo festivais de música no Brasil e no exterior. Colaborador da revista “Veja” e integrante da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS). Publica críticas no portal “Papo de Cinema”. Ministrou o curso Rock'n Cine: A História do Rock’n’Roll no Cinema pela Cine Um, e também na Unisinos e no Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS).





Curso

Elvis Presley em Hollywood:
It's Now or Never

de Danilo Fantinel


Datas
05 e 06 de Agosto (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Patrocínio
Editora Intrínseca
Back in Black
Cine Victória
B&B Games

Apoio
Cinemateca Capitólio Petrobras


Curso Slasher Movies




Apresentação

Durante décadas, jovens personagens de filmes de horror tiveram mortes tenebrosas pelas mãos de pérfidos psicopatas, geralmente mascarados, que esbanjam criatividade (e crueldade) na hora de eliminar seus alvos. A frequência desses massacres e a quantidade de filmes enfocando o genocídio adolescente deram origem a um subgênero: os Slasher Movies ("Slash" é o termo em inglês para "retalhar" ou "cortar").



Embora filmes sobre pessoas sendo sistematicamente assassinadas por psicopatas misteriosos já existam desde os primórdios do cinema, foi a estreia de Halloween (1978), de John Carpenter, que imortalizou os cânones do subgênero e as suas "regras", como a protagonista virginal que sobrevive para enfrentar o assassino mascarado enquanto seus amigos que fazem sexo são mortos impiedosamente. Claro que Carpenter não criou tudo isso do zero: vários desses elementos já apareciam, isoladamente, em produções dos anos 1930.

Mas foi a partir de Halloween que começou a chamada era de ouro" dosSlasher Movies: durante quase 10 anos, entre 1978 e 1986, centenas de produções foram realizadas no mundo inteiro, reunindo um variado grupo de vilões mascarados, as mortes mais criativas que a equipe de efeitos especiais pudesse conceber e muitos, mas muitos litros de sangue.

Embora nunca tenham realmente desaparecido, os slashers sofreram um período de decadência pós-1986, em grande parte pelo excesso de filmes e pela falta de criatividade que impedia de distinguir uma produção da outra. Até que o sucesso de Pânico (1996), de Wes Craven, garantiu uma sobrevida ao subgênero e toda uma nova geração de jovens viu-se na mira de novos assassinos mascarados. Assim, a exemplo dos vilões mascarados mais famosos desse subgênero, osSlasher Movies nunca morrem e continuam à solta para aterrorizar a próxima geração de adolescentes.

NÃO É NECESSÁRIO NENHUM PRÉ-REQUISITO PARA PARTICIPAR DESTA ATIVIDADE. O CURSO É ABERTO A TODOS OS INTERESSADOS.



Objetivos

O curso SLASHER MOVIES: VIRGENS, MASCARADOS E LITROS DE SANGUE, ministrado por Felipe M. Guerra, tem como objetivo explorar a história desse subgênero e estudar o seu impacto na cultura popular. As origens dos Slashers Movies serão apresentadas desde as suas raízes, com o Teatro Grand Guignol, na França, e os livros baratos de mistério e assassinato, passando pelos chamados "proto-slashers", filmes que começaram a lançar as bases para esse tipo de produção, chegando até a produção contemporânea. O objetivo é criar um panorama variado de como surgiram os Slasher Movies e suas "regras", enfocando também as produções mais famosas do ciclo.



Conteúdo programático

Aula 1

Rastreando as origens
- Do Teatro Grand Guignol a Jack, O Estripador; de Agatha Christie a Edgar Wallace.

O que é um Slasher Movie?
- Porque Sexta-feira 13 é um Slasher Movies e Seven não é?
- As regras e características que permitem identificar este subgênero, e como elas sofrem poucas modificações de um filme para outro.

Os avós dos Slasher Movies
- Uma análise sobre os "Proto-Slashers", filmes de horror e mistério produzidos entre as décadas de 1930-70 que já trazem elementos que depois serão imortalizados pelos Slasher Movies.

Halloween e o início da Era de Ouro
- O sucesso do filme de John Carpenter e os cânones do slasher.
- O início da Era de Ouro e as principais produções: Sexta-feira 13;Prom NightFeliz Aniversário Para MimDia dos Namorados Macabro e outras (e suas continuações).




Aula 2

O início do fim da Era de Ouro
- Porque A Noite das Brincadeiras Mortais é o último grande Slasher Movie clássico?
- O subgênero se banaliza e crianças começam a idolatrar Freddy e Jason.

Por trás dos Slashers
- Tentando levar os Slasher Movies a sério.
- Sexualidade e moralismo nos clássicos do gênero.

A estreia de Pânico e um novo ciclo
- Como o filme de Wes Craven apresentou os Slasher Movies a uma nova geração.

Quando o subgênero vira piada
Slasher cômicos que não se levam a sério e brincam com os clichês do gênero, de Student Bodies (1981) a Todo Mundo em Pânico (2000).



Ministrante: Felipe M. Guerra

Jornalista e cineasta independente, apaixonado por Filmes B, em particular pelos Slasher Movies. Escreveu textos e matérias para o siteBoca do Inferno, onde publicou artigos sobre séries como Sexta-Feira 13A Hora do Pesadelo. Criou um blog próprio (Filmes para Doidos) onde escreve resenhas sobre cinema. Como cineasta independente, manifesta sua admiração pelos slashers ao homenagear o subgênero nos curtasEntrei em Pânico ao Saber o que Vocês Fizeram na Sexta-feira 13 do Verão Passado - Partes 1 e 2. Já ministrou o curso “O Cinema Hiperlink de Quentin Tarantino” pela Cine UM.



Curso
Slasher Movies:
Virgens, mascarados e litros de sangue
de Felipe M. Guerra

Datas
22 e 23 de Julho (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h
Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito ou transferência bancária:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714


Realização




FRAPA 2017



FRAPA 2017 divulga programação oficial

Festival de Roteiro Audiovisual acontece de 4 a 7 de julho de 2017 na Cinemateca Capitólio Petrobras
Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre (FRAPA) chega à sua quinta edição e anuncia sua programação para os dias 4 a 7 de julho de 2017 na Cinemateca Capitólio Petrobras (R. Demétrio Ribeiro, 1085). O evento reúne debates e workshops voltados a profissionais e interessados por cinema e televisão, além das tradicionais atividades como concurso de roteiro, rodada de negócios e mostra competitiva de curtas. O FRAPA é uma realização da Coelho Voador e Epifania Filmes, com direção de Leo Garcia e produção executiva de Mariana Mêmis Müller. O grande destaque deste ano é a presença de James V. Hart, roteirista de "Drácula de Bram Stoker", de Francis Ford Coppola. Informações, inscrições e programação completa no site http://frapa.art.br e pelo e-mail frapa@frapa.art.br. Vagas limitadas.

Considerado o maior festival do gênero na América Latina, o FRAPA traz este ano à Capital o roteirista norte-americano James V. Hart. Dois de seus trabalhos mais conhecidos, "Hook – A Volta do Capitão Gancho”, de Steven Spielberg e "Drácula" ganharão sessões comentadas na Cinemateca. Entre os nomes confirmados para esta edição estão Juliana Rojas ("Trabalhar Cansa"), Júlia Murat ("Pendular"),Luiz Bolognesi ("Uma História de Amor e Fúria"), Lucas Paraizo ("Gabriel e a Montanha"), Aly Muritiba("Para Minha Amada Morta"), Yasmin Thayná ("KBELA"), entre outros. Ainda dentro do evento acontece a Mostra Competitiva de Curta-Metragens do FRAPA que selecionou 14 obras de 116 filmes de 21 países diferentes e inclui prêmios como "melhor roteiro", "melhor personagem", "melhor final" e "melhor título".

"Nesta quinta edição, acredito que estamos alcançando a maturidade do festival. A cada ano entendemos melhor o que o nosso público deseja e também os nossos próprios objetivos. Vamos abordar assuntos pertinentes à profissão do roteirista como os processos de criação, diversidade e mercado", resume o diretor do festival, Leo Garcia. "O FRAPA é o lugar onde o roteirista tem que estar, seja para aprender, ensinar, tirar o projeto do papel, fazer networking e encontrar novos parceiros", acredita. Garcia é roteirista dos longas "Legalidade" e "Depois de ser Cinza", ambos rodados este ano em Porto Alegre. As inscrições para o FRAPA têm o valor de R$ 310,00 e permitem acesso completo como espectador às mesas de debate, workshops, master classes, estudos de caso e pitchings. A mostra de curtas tem entrada franca.

Sobre James V. Hart

Roteirista norte-americano. Escreveu filmes de grandes sucessos de público, entre eles "Hook – A Volta do Capitão Gancho", de Steven Spielberg"Drácula de Bram Stoker", de Francis Ford Coppola"Os Muppets na Ilha do Tesouro", de Brian Henson e "Contato", de Robert Zemeckis. Escreveu também "Vivendo na Eternidade""Frankenstein de Mary Shelley""Lara Croft: Tomb Raider - A Origem da Vida""O Som do Coração""Reino Escondido", a série "Crossbones", e outros. Em 2015, no Festival de Cinema de Austin, Hart lançou o Hart Chart (https://hartchart.com), um software para análise de roteiros que ajuda a visualizar as emoções dos personagens em suas jornadas. Além disso, é um dos fundadores do Peter Pan Children’s Fund, organização filantrópica que apoia hospitais infantis, e é também um dos fundadores do conselho do Writer’s Guild Initiative (https://www.writersguildinitiative.org).

Programação completa FRAPA 2017 - http://frapa.art.br/programacao
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GRADE DE HORÁRIOS –
SESSÕES E DEBATES (ENTRADA FRANCA)

04 DE JULHO (TERÇA)
Mostra Competitiva de Curtas - Sessão 1
20h - 22h
LUNCH TIME (Irã), 16'
STANLEY (João Pessoa/PB), 19'
CASCA DE BAOBÁ (Rio de Janeiro/RJ), 12'
ESTADO ITINERANTE (Belo Horizonte/MG), 25'
O CHÁ DO GENERAL (São Paulo/SP), 22'
LE FRUITS DU TEMPS (França), 26'

05 DE JULHO (QUARTA)
Mostra Competitiva de Curtas - Sessão 2
20h - 22h
TIEMPO DE SEQUIA (Argentina), 14'
MY TREASURE (El Salvador), 23'
FERRUCCIO – STORY OF A (LITTLE) ROBOT (Itália), 6'
DESFRAGMENTO (Porto Alegre/RS), 14'
DEUS São Paulo/SP), 25'
BEAUTY BUILDING (França), 6'
THE NOSE (Coréia do Sul), 9'
LUIZA (Curitiba/PR, Brasil), 15'

06 DE JULHO (QUINTA)
Sessão Especial + Debate: Hook - A Volta do Capitão Gancho (1991, direção de Steven Spielberg)
Com a presença do roteirista James V. Hart - 20h

07 DE JULHO (SEXTA)
MASTER CLASS: JAMES HART - 18h



Curso Cinema Independente Brasileiro








Apresentação

Ao mesmo tempo prolífico e de nicho, o cinema brasileiro vive um paradoxo neste século 21: faz-se muitos filmes no país, mas, em sua maioria, esses títulos são pouco vistos pelo grande público, consequência direta das dificuldades de ocupação de um mercado totalmente dominado pelos blockbusters de Hollywood. O que o espectador está perdendo?



Acima de tudo, uma diversidade enorme de propostas estéticas, muitas destas apresentadas por novas gerações, as primeiras formadas na era do vídeo digital, do streaming e do compartilhamento de longas-metragens via internet. À margem do circuito e na era “pós-industrial”, surgiu um novo e vigoroso cinema independente brasileiro.



Quais são suas características? Suas correntes, seus principais filmes e cineastas? E como estes estão organizados? Além de apresentá-los, este curso pretende refletir sobre como esse novíssimo cinema nacional problematiza a produção de imagens nestes tempos de hiperconectividade, aproximação das linguagens artísticas e bombardeio de informações, sobretudo visuais.



Objetivos

O curso Cinema Independente Brasileiro Hoje, ministrado porDaniel Feix, vai propor uma discussão sobre os caminhos do novo cinema independente do Brasil neste início de século XXI. O acesso às novas tecnologias e a realidade dos compartilhamentos pelas redes promoveram uma revolução no audiovisual brasileiro, gerando propostas inovadoras e vigorosas, em forma e conteúdo. O curso fará uma reflexão sobre este momento do nosso cinema, imerso na explosão de imagens e informações que estimulam novos cineastas e geram novas possibilidades artísticas e estéticas.



Conteúdo programático

1. O que é ser independente no Brasil: o paradoxo do mainstream.

2. Independentes ontem e hoje: dos filmes marginais aos filmes pós-industriais.
- A autoficção, o cinema de um homem só e os filmes sem distribuição;
Estrada para Ythaca;
Morro do CéuPacificRiscado e 33.

3. Sensação de realidade: o documentário na ficção.
- A influência de Eduardo Coutinho;
- A subversão a Eduardo Coutinho;
O Céu sobre os Ombros;
Terra Deu, Terra Come.

4. Cinema de galeria: a aproximação às outras linguagens.
Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo;
- Vídeo digital, cinemascope e internet;
Sudoeste e As Horas Vulgares.

5. Outra sensação de realidade: o apelo da fantasia.
A Alegria e Girimunho.

6. O público cada vez mais longe.
Meu Nome É DindiOs Monstros e A Vizinhança do Tigre.

7. Um realismo brasileiro: questões acerca da autenticidade.
Ela Volta na QuintaCastanha e Branco Sai, Preto Fica.



Ministrante: Daniel Feix


Jornalista e crítico de cinema. Graduou-se pela PUCRS em 2000 e, desde então, atua em veículos de imprensa de Porto Alegre. Foi editor da revista de cultura “Aplauso” e atualmente é editor e crítico no jornal Zero Hora. Tem artigos publicados em livros como Bernardet 80 (Paco Editorial), Os 100 Melhores Filmes Brasileiros (Letramento) e Os Filmes que Sonhamos (Lume). Cursa mestrado na PUCRS, com pesquisa sobre o realismo nos filmes híbridos brasileiros do século 21. Integra as associações de críticos do RS (ACCIRS) e do Brasil (ABRACCINE).



Curso
Cinema Independente Brasileiro Hoje
de Daniel Feix

Datas
08 e 09 de Julho (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h
Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito ou transferência bancária:
a) R$ 70,00 (10 inscrições) ** VALOR PROMOCIONAL ESGOTADO **
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714


Realização




Curso Micro Vídeos







Apresentação

Sejam produzidos por corporações ou por usuários, os micro vídeos vêm ganhando cada vez mais popularidade. Ao serem filmadas e compartilhadas em rede, as experiências da nova audiência deixam de ser isoladas e ganham um aspecto social. Mas ao invés de grandes produções cinematográficas, é a proximidade com a vida real que ganha destaque; ao invés de profissionais do vídeo, é o próprio público quem produz e circula o conteúdo; e ao invés de formatos longos, a preferência é pelos micro vídeos de consumo rápido.


Em função disso, esses “vídeos sociais” – produzidos e consumidos via celular – integram-se naturalmente à conversação online e ganham destaque em plataformas como SnapChat, Instagram, Musical.ly, YouNow, Periscope, e até o próprio Facebook, estabelecendo novas formas de narrativa e novas linguagens que ganham cada vez mais destaque nas mídias sociais.


Objetivos

O curso Micro Vídeos & Redes Sociais: Novas narrativas e linguagens, ministrado por Sheron Neves, visa capacitar os participantes a compreender os novos formatos e linguagens de conteúdo de vídeo surgidos com a convergência digital e a popularização dos dispositivos móveis, assim como produzir projetos audiovisuais que dialoguem com estas novas tendências digitais.


A quem se destina

Estudantes e profissionais de comunicação, marketing digital, fotógrafos, jornalistas, relações públicas, videomakers, redatores, assim como interessados em geral em cultura digital, new media e conteúdo para redes sociais.


Metodologia

Exposições dialogadas/exemplificadas e atividades práticas individuais e/ou em grupo.


Importante


É recomendado (porém não é obrigatório) trazer dispositivos móveis (smartphone/tablet) para realização de exercícios práticos em aula. Acessórios como tripés, lentes, pau de selfie, filtros, etc, também são opcionais.


Conteúdo programático

- O crescimento dos Micro Vídeos.
- Conteúdo audiovisual para as mídias sociais.
- O que são Vídeos Sociais?
- Novos formatos, linguagens e plataformas.
- A importância do conteúdo colaborativo.
- Principais desafios do novo mercado audiovisual.
- Exemplos de soluções práticas e de baixo custo para as novas mídias.
- Atividade prática: como criar e editar vídeos curtos no seu celular.


Ministrante: Sheron Neves

Publicitária formada pela PUCRS, onde cursa também Doutorado em Comunicação. Possui Mestrado em Media Studies pela Birkbeck, University of London. Leciona nas instituições ESPM-Sul, UNIFIN e PUCRS. Possui vinte anos de experiência em marketing e comunicação, incluindo empresas como Grupo RBS, Grendene e Dell. Áreas de pesquisa incluem TV, convergência, fandom, marketing, storytelling, transmídia e audiovisual na cultura participativa. É também editora do blog Meditation in an Emergency. Já ministrou os cursos “HBO – A TV que não diz que é TV” e “Narrativas Seriadas” pela Cine UM.



Curso
Micro Vídeos & Redes Sociais:
Novas narrativas e linguagens
de Sheron Neves



Datas
24 e 25 de Junho (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h
Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714


Realização


Curso Pedro Almodóvar

Mais informações: http://cinemacineum.blogspot.com.br/







* Edição Porto Alegre *


Apresentação

Pedro Almodóvar é o cineasta espanhol de maior renome mundial atualmente. Sua filmografia é repleta de filmes onde a presença feminina é o ponto principal das tramas. Cores berrantes, personagens loucos, e a política espanhola também são destaques em seus roteiros. Suas narrativas, de modo geral, são bem humoradas e sem pretensões de se levar a sério.


Para Almodóvar seus filmes são tão autobiográficos quanto poderiam ser. Suas experiências de vida são suas fontes de inspiração, e a temática da sexualidade é abordada de maneira bastante aberta em vários filmes. Hoje, o diretor é tão conhecido quanto o conterrâneo Luis Buñuel, cineasta cuja obra se assemelha muito ao estilo de Almodóvar.

Pedro Almodóvar nunca pôde estudar cinema, pois nem ele nem sua família tinham dinheiro para pagar seus estudos. Antes de dirigir filmes foi funcionário da companhia telefônica estatal; desenhou histórias em quadrinhos; foi ator de teatro de vanguarda e cantor de uma banda de rock, na qual participava travestido. Foi o primeiro espanhol a ser indicado ao Oscar de melhor realizador.


Objetivos

O Curso TODAS AS CORES DE PEDRO ALMODÓVAR, ministrado por Josmar Reyes, vai tratar da filmografia de Pedro Almodóvar, abordando aspectos estruturais e narrativos (estrutura espacial e temporal, personagens, gênero, estrutura sonora e musical); técnicos; temáticos e estéticos, bem como particularidades da carreira do cineasta e a crítica em torno de seus filmes. Para tanto, durante as aulas serão apresentados fragmentos de seus filmes e textos que tratam de sua obra.



Público alvo

Esta atividade é aberta e dirigida ao público em geral.
Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional.




Conteúdo programático

Aula 1

- Os Filmes: Sinopse ilustrativa resgatando o conteúdo de cada filme;
- As Musas: Carmen Maura, Victoria Abril, Marisa Paredes, Cecilia Roth e Penélope Cruz;
- A Cidade: Madri como cenário e personagem;
- As histórias e temas recorrentes;
- Estrutura narrativa: Segredos, mistérios e suspense.



Aula 2

- Estética almodovariana: O kitsch, figurinos e cenografia;
- Questões de gênero: O melodrama e o suspense;
- Referências culturais e cinematográficas;
- Análise da abertura dos filmes: Créditos iniciais;
- Trilhas musicais;
- Aspectos técnicos: Planos montagem e movimentos de câmera.


Ministrante: Josmar Reyes

Doutor em Ciências da Comunicação e da Informação, Novas Tecnologias e Artes do Espetáculo (Université de Paris III - Sorbonne Nouvelle). Professor do Curso de Realização Audiovisual (Unisinos) e do Curso de Comunicação Social (UNISC). Licenciado em Letras / Português - Francês (UFRGS) e Mestre em Estudos Francófonos (UFRGS). Já ministrou os cursos “Desconstruindo Woody Allen” e “Nouvelle Vague do Cinema Coreano” pela Cine UM.



Curso
Todas as Cores de Pedro Almodóvar
* Edição Porto Alegre *
de Josmar Reyes



Datas
10 e 11 de Junho (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h
Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (primeiras 10 inscrições) / * Valor promocional esgotado *
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714


Realização


9º Festival Escolar de Cinema










Curso Martin Scorsese







Apresentação

O diretor, roteirista, ator e produtor Martin Scorsese é vencedor de um Oscar, três Globos de Ouro, dois prêmios BAFTA, um Emmy Primetime e o Directors Guild of America. Em 1987 foi condecorado com a Legião de Honra francesa.



Os filmes de Scorsese costumam abordar os temas da vida dos ítalos-americanos e os conceitos de culpa e redenção católica, machismo e violência na sociedade norte-americana. Ele também é conhecido por seu amor à Música, a qual dedicou alguns de seus filmes (No Direction Home, sobre Bob Dylan, e Shine a Light, sobre os Rolling Stones).


Scorsese é amplamente considerado um dos diretores mais influentes em atividade. Após várias indicações ao longo de sua carreira, finalmente ele ganhou o Oscar de Melhor Diretor por seu filme Os Infiltrados, que também recebeu o prêmio de Melhor Filme no Oscar de 2007. O prêmio foi entregue pelo trio de grandes amigos da mesma geração: Francis Ford Coppola, George Lucas e Steven Spielberg. Em janeiro de 2010 Martin Scorsese foi agraciado com o prêmio honorário "Cecil B. DeMille" na premiação do Globo de Ouro, por sua excepcional contribuição para o campo do entretenimento. Scorsese atualmente é também presidente da Film Foundation, uma fundação sem fins lucrativos dedicada à preservação de material fílmico em deterioração.




Ministrante: Robledo Milani

Crítico de cinema, é editor-chefe do site Papo de Cinema. É vice-presidente da ACCIRS – Associação dos Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul – e membro-fundador da ABRACCINE – Associação Brasileira dos Críticos de Cinema. Frequenta regularmente todos os principais festivais de cinema do país, tendo sido membro de júris em Gramado, Recife, Fortaleza e Porto Alegre, entre outros. Foi criador e diretor do “Programa de Cinema”, da antiga TVCOM, comentarista da Rádio Itapema e colaborador de revistas como Aplauso e Júnior. Já ministrou os cursos “O Fantástico Cinema de Steven Spielberg” (2011), “Marilyn Monroe: Mito Eterno” (2012), “Tim Burton: O Poeta das Sombras” (2014) e “Francis Ford Coppola: O Apocalypse do Chefão” (2015) pela Cine UM.





Curso
Martin Scorsese: O Lobo de Hollywood
de Robledo Milani

Datas
29 e 30 / Abril (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* Desconto para pagamento por depósito bancário:
a) R$ 70,00 (para as primeiras 10 inscrições)
b) R$ 80,00 (demais inscrições)

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714

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Curso Trilogia Godfather



Apresentação

No final dos anos 1960, a efervescência cultural e social da América provocou mudanças nos temas, na forma de produção e nas próprias influências sofridas pelos filmes produzidos nos cinema norte-americano, no que foi o início da chamada Nova Hollywood. Um dos filmes mais celebrados desse período, tanto pelos resultados criativos como pelo impacto social e cultural obtido foi O Poderoso Chefão (The Godfather, 1972) baseado no best-seller de Mario Puzo, que marcou a história do cinema e constituiu-se ao longo dos 18 anos seguintes, em uma trilogia.



De uma obra inicialmente destinada a se tornar um mero produto de segunda classe, a adaptação encontrou, no jovem Francis Ford Coppola, um surpreendente artista disposto defender suas ideias a ponto de transformar uma adaptação problemática em um filme referencial. Coppola manteve a base da história de Puzo, mas ampliou um livro problemático, usando de recursos da linguagem cinematográfica, até torná-lo a epítome dos filmes de gângster e, talvez, do próprio cinema norte-americano contemporâneo.


Sempre lembrado pelos fãs por cenas emblemáticas, frases absorvidas pela cultura popular e histórias de bastidores, os três filmes também dividem opiniões na busca pelo "ponto alto" da trilogia. Um mergulho que vá além dos elementos já conhecidos e discutidos normalmente relacionados à pré-produção e filmagens vai revelar que os três filmes na verdade devem ser compreendidos como uma só obra. Assim, identificamos seu grande tema de fundo e a forma como os elementos da linguagem cinematográfica podem ser compreendidos, através da análise fílmica, para ampliar a compreensão da trilogia como um todo.


Objetivos

O curso Trilogia Godfather – Tradição, Família & Poder, ministrado por Fábio Rockenbach vai oferecer uma visão baseada na Análise Fílmica da trilogia O Poderoso Chefão, estabelecendo como recursos da linguagem audiovisual determinam a compreensão dos três filmes e suas relações, a partir do olhar sobre elementos da mise-en-scène, das propriedades discursivas da câmera, da montagem e de paralelos narrativos estabelecidos ao longo dos filmes.

A partir da análise de diferentes códigos fílmicos e não-fílmicos, o curso analisará a construção narrativa, os paralelos estabelecidos ao longo da trilogia, as alegorias construídas a partir do cenário, do figurino, dos arcos dramáticos, da trilha e dos principais temas em torno dos quais se constrói a tragédia de Michael Corleone e da mais conhecida família mafiosa da cultura popular.



Público alvo

Esta atividade se destina a qualquer interessado. Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional.


Conteúdos

Aula 1

- Preparando o olhar:
a) Introdução sobre elementos discursivos e códigos audiovisuais;
b)As propriedades de discurso da câmera, encenação, mise-en-scéne, som e a importância de sua compreensão para a interpretação e o sentido do filme através da análise fílmica.

- O Poderoso Chefão:
a) Do livro para as telas: o impacto do filme na cultura popular e a importância de Coppola para a transposição;
b) Adaptar para o cinema, mais do que transpor: livro x filme;
c) A compreensão da série como um só filme - uma visão em construção.

- Estrutura narrativa dos três filmes.

- Trama e sub-trama
a) A rotina de uma família mafiosa siciliana vista de dentro;
b) A tragédia de Michael e a eterna comparação com o pai;
c) Paralelos narrativos estabelecendo o tema principal.


Aula 2


- A religião e seu papel na tragédia de Michael Corleone.

- O papel feminino na trama.

- Montagem linear e paralela construindo significados.

- Rimas visuais.

- Análise de cenas:
a) A terra da liberdade;
b) Composição e hierarquia;
c) Identificação;
d) Enquadramento e discurso;
e) Alegoria, citação e discurso visual;
f) O som como discurso.



Ministrante: Fábio Rockenbach

Jornalista, e especialista em Cinema e Linguagem Audiovisual e mestre em recepção literária. Foi editor cultural do grupo Diário da Manhã (Passo Fundo) de 2007 a 2010. Professor da Faculdade de Artes e Comunicação da UPF (Universidade de Passo Fundo), nos cursos de Jornalismo, Publicidade e Artes Visuais, onde leciona a cadeira de Estilo e Processos Cinematográficos. É coordenador do projeto de extensãoPonto de Cinema, fundador e coordenador do Núcleo de Estudos em Cinema da mesma universidade e analista audiovisual na Revista Moviement. Coautor do livro "Poder e Sociedade no Castelo de Cartas" em que analisa o uso de recursos da linguagem audiovisual na sérieHouse of Cards, da Netflix.



Curso
Trilogia Godfather: Tradição, Família & Poder
de Fábio Rockenbach



Datas
08 e 09 / Abril (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinema Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* À Vista (p/depósito bancário): R$ 80,00 (desc. 6%)

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714

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Concertos Capitólio apresenta repertório barroco




Para comemorar o aniversário da cidade, cinco musicistas se reuniram para apresentar ao público porto-alegrense um repertório do período barroco na Cinemateca Capitólio.

Rosimari Oliveira, soprano, Angela Diel, mezzo, Brigitta Calloni, violino, Milene Aliverti, cello e a pianista Liliana Michalsen, todas com carreira musical consagradas, apresentarão árias, duetos e solos de H. Purcell, JSBach, G. Tartini e G. F. Händel. A apresentação acontece neste sábado, 25 de março, às 18h. Entrada franca.





Cinemateca Capitólio recebe concerto de Natal da Banda Municipal

No próximo sábado, dia 17 de dezembro, às 17h, a Cinemateca Capitólio (Rua Demétrio Ribeiro, 1085) recebe a Banda Municipal de Porto Alegre para a realização de seu tradicional concerto de Natal.
A apresentação inclui obras de compositores como Lupicínio Rodrigues, Dorival Caymmi, Tom Jobim. Adoniran Barbosa e Chico Buarque, além de clássicos natalinos. A apresentação da Banda Municipal na Cinemateca Capitólio tem entrada franca, com retirada de senhas a partir das 16h30.

Banda Municipal de Porto Alegre

Fundada em 1925, a Banda Municipal é uma referência cívica, cultural e social da cidade. Hoje com 41 integrantes, o grupo realiza apresentações periódicas no Teatro Renascença e também em outros locais públicos de Porto Alegre. Também realiza concertos com participação de intérpretes e compositores da música popular, mostrando novos arranjos para canções conhecidas do público.

 A estreia se deu no Theatro São Pedro, em 13 de junho de 1926. Posteriormente, as apresentações passaram também a ser realizadas nas praças públicas e no primeiro Auditório Araújo Vianna, então localizado onde se encontra hoje a Assembleia Legislativa. Com a morte de Otávio Rocha, a Banda sofreu seu primeiro revés, pois a nova administração municipal entendeu que a manutenção do grupo era por demais onerosa. A população, entretanto, protestou, e a Banda foi reorganizada, com o efetivo reduzido para 42 instrumentistas. Em 1950, com a aposentadoria do maestro Leonardi, substituído pelo professor Júlio Grau, este número seria reduzido ainda mais: 35 músicos. Posteriormente, durante o governo de Ildo Meneghetti, a Banda foi incorporada à Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, quando da fundação desta. Em 1957, os cargos componentes da Banda foram declarados excedentes, o que na prática significou sua extinção. Somente em 1976 a Prefeitura voltou a avaliar o significado da Banda para a vida cultural da cidade, reinstituindo-a em caráter experimental. Em 1979, a regência foi assumida por Alcides Macedo, o "Macedinho", e o grupo voltou a projetar-se no panorama musical, fazendo-se presente em retretas, solenidades e atos cívicos. Com a criação da Secretaria Municipal de Cultura, em 1988, a Banda foi incorporada a este órgão, subordinada à Unidade de Música.
PROGRAMA

1- Suite Nordestina – Mestre Duda
2- Lupicínio In Concert – Lupicínio Rodrigues
3- O Samba da Minha Terra – Dorival Caymmi
4- Águas de Março – Tom Jobim
5- Trem das Onze – Adoniran Barbosa
6- Homenagem ao Malandro – Chico Buarque
7- Copacabana – Braguinha & Alberto Ribeiro
8- Ponteio – Edu Lobo
9- Santana a Portrait – T. Coster/ T. Puente/ C. Santana/J.Shur/ R. Thomas
10- Happy – Pharrel Williams
11- A Classical Christmas
12- Jingle Bell Rock
13-A Chistmas Finale
14- Boas Festas





Curso Roger Corman






Apresentação

Roger Corman é creditado em algumas centenas de filmes (e não-creditado em centenas de outros com os quais esteve envolvido), principalmente como produtor e diretor, mas também como roteirista e até como ator. É um dos cineastas mais prolíficos e bem-sucedidos de toda a história do cinema, com uma carreira que atravessa sete décadas. Ao longo dessa carreira, trabalhou com muitos profissionais que também viriam a se tornar figuras importantes para a indústria cinematográfica. Jack Nicholson, Charles Bronson, Francis Ford Coppola, Martin Scorsese, Peter Bogdanovich e Joe Dante são apenas alguns dos nomes que Corman apadrinhou quando estavam começando no cinema.




O curso vai oferecer um panorama da carreira dessa figura imprescindível da história do cinema, do início da década de 1950 até os dias de hoje, mais de 400 filmes depois. Vai comentar também as mudanças pelas quais passou a indústria do entretenimento ao longo desse período, como o fim da era dos grandes estúdios, o surgimento da televisão, a TV paga e os formatos de vídeo.




Objetivos

O curso Roger Corman: O Homem dos 400 Filmes, ministrado por Marcelo Severo, objetiva apresentar a obra do diretor / produtor cronologicamente, através dos filmes mais importantes dessa vasta filmografia. Analisará também a influência do cineasta na indústria e o seu legado para Hollywood, principalmente no que diz respeito aos profissionais que apresentou ao longo das últimas sete décadas.



Conteúdo programático

Aula 1

Anos 1950
Roger Corman antes do cinema
Primeiros contatos profissionais com a indústria
Começo da carreira
American International Pictures
Principais produções do período
































Anos 1960

Ciclo Edgar Allan Poe

O Intruso

Contracultura

Nova Hollywood

Principais produções do período


Aula 2

Anos 1970
New World Pictures
Filipinas
Blockbusters
Distribuição
Principais produções do período


Anos 1980 até hoje
Concorde/New Horizons
Última Direção
Período mais prolífico, menos criativo
Filmes mais recentes
Principais produções do período



Ministrante: Marcelo Severo

Formado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Pesquisador de cinema; escreve sobre filmes, quadrinhos e rock’n’roll desde os anos 1990. Ministra cursos e oficinas no "Fantaspoa", sempre relacionados à ficção científica, ao horror e ao cinema fantástico em geral.



Curso
ROGER CORMAN: O HOMEM DOS 400 FILMES
de Marcelo Severo



Datas
03 e 04 / Dezembro (sábado e domingo)

Horário
15h às 18h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 70,00

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714

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B&B Games

Apoio



Cine-debate do Seminário Nilo Feijó: da escravização à reparação no Rio Grande do Sul






Na terça-feira, 29 de novembro, às 19h, acontece um cine-debate na Cinemateca Capitólio sobre ações afirmativas para superação das desigualdades étnico-raciais, apresentando os documentários Caminhos da Religiosidade Afro-riograndense (2013, 47 min), de Ari Pedro OroJosé Francisco Souza Santos da Silva e Rafael Derois Santos, e Além do mérito (2014, 26 min), de Giuliano Lucas, sobre a luta pela implementação das ações afirmativas na UFRGS. Entrada franca. 

O evento integra a programação do Seminário Nilo Feijó: da escravização à reparação no Rio Grande do Sul, promovido pela Subcomissão da Verdade da Escravidão Negra, da OAB-RS, que conta com apoio cultural da Cinemateca Capitólio.

Estarão presentes no debate os realizadores dos documentários, com a presença especial da Yalorixá Ieda do Ogum, do Ilê Nação Oyó, importante centro afro-religioso de Porto Alegre e personagem central do documentário "Caminhos da Religiosidade Afro-riograndense". Renato Dornelles, membro convidado da Subcomissão, é o responsável pelo debate após a apresentação dos documentários.

Convidados para assistir à sessão membros de comunidades quilombolas, migrantes haitianos e público inscrito no Seminário Nilo Feijó, que reunirá militantes e ativistas do movimento negro, comunidade acadêmica e membros da OAB/RS. Haverá transmissão ao vivo para demais interessados através do site www.seminarionilofeijo2016.com.br.

Sobre o Seminário Nilo Feijó: da escravização à reparação no Rio Grande do Sul.
Entre os dias 28 a 30 de novembro de 2016, o Seminário Nilo Feijó: da escravização à reparação no Rio Grande do Sul abrirá as portas da OAB/RS para discussão sobre o legado da escravidão no Rio Grande do Sul, as desigualdades étnico-raciais no estado, as ações e políticas afirmativas e a reparação para a população negra, com o objetivo de fornecer subsídios para a construção do Relatório da Subcomissão da Verdade da Escravidão Negra no Rio Grande do Sul.

Maiores informações através do site: www.seminarionilofeijo2016.com.br

Serviço:

Cine-debate com realizadores do documentário "Caminhos da Religiosidade Afro-riograndense", José Francisco Souza Santos da Silva e Rafael Derois Santos, e com Giuliano Lucas, realizador do documentário "Além do mérito", sobre as ações afirmativas na UFRGS

/ Documentário "Caminhos da Religiosidade Afro-riograndense" (2013, 47 min), deAri Pedro Oro, José Francisco Souza Santos da Silva e Rafael Derois Santos

/ Documentário "Além do mérito" (2014, 26 min), de Giuliano Lucas

// Participação especial da Yalorixá Ieda do Ogum, do Ilê Nação Oyó

// Debatedor: Renato Dornelles, Membro Convidado da Subcomissão da Verdade da Escravidão Negra – OAB/RS

Data: 29/11/2016, 
Horário: 19:00
Local: Cinemateca Capitólio
Ingressos gratuitos limitados para participantes do Seminário Nilo Feijó: da escravização à reparação no Rio Grande do Sul
Transmissão ao vivo pelo site www.seminarionilofeijo2016.com.br

Sobre realizadores participantes do Cine-Debate:


Realizador dos documentários "Caminhos da Religiosidade Afro-riograndense" e “Clubes Negros de POA...uma história a ser contada”. Bacharel em Ciências Sociais (UFRGS) e em Publicidade (PUCRS). Diretor-Executivo do Instituto de Assessoria às Comunidades Remanescentes de Quilombos (IACOREQ), que tem por objetivo assessorar a organização política dos quilombolas e incentivar a articulação entre as comunidades do RS. Coordenador da Rede Brasil Afroempreendedor (REAFRO), que promove a unidade e envolvimento dos afroempreendedores do Rio Grande do Sul. É membro convidado da Subcomissão da Verdade da Escravidão Negra do Rio Grande do Sul - OAB-RS


Realizador do documentário "Caminhos da Religiosidade Afro-riograndense". É bacharel em Ciências Sociais e mestre em Antropologia Social (UFRGS). Servidor da do Departamento de Difusão Cultural da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS, integra o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e Africanos – NEABI/UFRGS, com foco na execução de projetos em educação cidadã, diversidade e difusão cultural. 


Realizador do documentário "Além do Mérito" (2014), sobre a luta para implementação das cotas étnico-raciais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Além de documentarista, é também fotógrafo, sem deixar de explorar outros ramos artísticos. Foi vencedor do Prêmio FUNARTE de Arte Negra, em 2013, com o projeto Casa Grande, em colaboração com os artistas Estêvão Haeser, Leandro Machado, Luisa Gabriela, Marcelo Monteiro, Michele Zgiet, Rafael Silveira, Silvana Rodrigues e Waldemar Max Já participou de diversas mostras, como "Obras: Em Construção", na Casa de Cultura Mário Quintana (2013), e "Exposição: Porto Negro", no Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo (2016).










Celebrando o Dia da Consciência Negra neste domingo, 20 de novembro, o coletivo Criadoras Negras e a Cinemateca Capitólio trazem para Porto Alegre Adélia Sampaio, símbolo de resistência da população negra no Brasil e ícone do feminismo negro. Adélia foi a primeira mulher negra a dirigir um longa metragem no país, Amor Maldito (1984), que ganha exibição às 18h na Cinemateca Capitólio, com entrada franca.

No evento, dois momentos: a exibição do filme Amor Maldito (1984), o aclamado primeiro filme dirigido por ela e, que, também, carrega o peso de ser a primeira produção nacional de temática inteiramente lésbica, na 2ª edição do Cineclube Adélia Sampaio, uma homenagem das Criadoras Negras a ela. Após a exibição do longa, terá uma roda de conversa sobre "Mulheres Negras e o Audiovisual: trajetórias, potências e narrativas", com a presença da ilustríssima diretora do filme, Adélia Sampaio e das cineastas Mariani Ferreira e Monique Rocco. A mediação do evento fica por conta de Iliriana Rodrigues.

O Cineclube Adélia Sampaio surge com o objetivo de exibir e discutir as filmografias africanas e os filmes realizados na diáspora.

A realização é do Coletivo Criadoras Negras e a co-realização é da Cinemateca Capitólio. O evento conta com parceria de Antro Produções, Cerveja artesanal Da Bet e Vereda Criativa. O apoio é da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

AMOR MALDITO
(Brasil, 1984, 75 minutos)
Direção: Adélia Sampaio
Elenco: Monique Lafond, Neuza Amaral, Emiliano Queiroz, Tony Ferreira.

Duas jovens mulheres, Fernanda, uma executiva, e Sueli, uma ex-miss, se apaixonam e decidem morar juntas. Porém, Sueli se entendia do relacionamento amoroso que leva com Fernanda e envolve-se com um jornalista. A moça engravida do amante e ele o abandona. Em desespero, Sueli se atira da janela do apartamento de Fernanda, quem passa a ser acusada de homicídio.

SOBRE AS CRIADORAS NEGRAS
Fundado em 2016, o núcleo criativo é formado por mulheres negras com as mais diversas formações e vivências. O que temos em comum e o que nos une é o desejo de dar visibilidade e voz à nossa identidade de matriz africana.

Viabilizamos o intercâmbio entre as diversidades profissionais, possibilitando a troca de conhecimento e experiências entre as criadoras, a fim de colaborar para o empoderamento e aprimoramento pessoal e profissional das mulheres negras, dentro do Núcleo Criativo quanto às demais mulheres negras que serão alcançadas por ele.

O Criadoras Negras tem como objetivo fortalecer a etnicidade, promovendo o reconhecimento positivo e a valorização do negro nos mais variados segmentos artísticos. Queremos romper com a centralização cultural eurocêntrica na qual a sociedade sulista encontra-se submersa, a fim de contribuir para a redução dos processos discriminatórios ainda existentes em nossa sociedade.

SERVIÇO:
CINECLUBE ADÉLIA SAMPAIO: EXIBIÇÃO DE AMOR MALDITO + RODA DE CONVERSA COM PRESENÇA DE ADÉLIA SAMPAIO
Data: 20 de novembro (domingo)
Horário: 18h
Local: Cinemateca Capitólio - Rua Demétrio 1085, Esq. com Borges de Medeiros - Porto Alegre RS, 90010-120
ENTRADA FRANCA (SUJEITO À LOTAÇÃO)

Cinemateca Capitólio é um equipamento da Secretaria da Cultura de Porto Alegre. O projeto de restauração e de ocupação da Cinemateca Capitólio foi patrocinado pela PetrobrasBanco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES Ministério da Cultura. O projeto também contou com recursos da Prefeitura de Porto Alegre, proprietária do prédio, e realização da Fundação CinemaRS –FUNDACINE.

Plataforma:Lab 2016



A 2ª edição da Plataforma:Lab acontece entre os dias 17 e 19 de novembro na Cinemateca Capitólio e na Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar), com o objetivo de criar um ambiente instigante de reflexão e de formação para realizadores brasileiros com profissionais experientes do mercado nacional e internacional, através de atividades que proporcionem uma oportunidade de diálogo e aproximação entre os selecionados e os profissionais convidados, para aperfeiçoarem seus filmes e projetos. Além disso, o evento promove atividades abertas ao público, com mesas de debate e palestras sobre diferentes temas que envolvem a produção de cinema contemporânea. Todas as atividades têm entrada franca. 

PLATAFORMA:LAB 2016, uma idealização e realização da Tokyo Filmes, em parceria com o Goethe-Institut Porto Alegre, em colaboração com Brlab e financiamento do FUMPROARTE e Prefeitura de Porto Alegre.

PROGRAMAÇÃO PLATAFORMA LAB
ENTRADA GRATUITA

17 a 19 de Novembro – Cinemateca Capitólio e Sala P.F. Gastal – Porto Alegre

Locais:
Cinemateca Capitólio (R. Demétrio Ribeiro, 1080 – Centro Histórico)
Sala P.F. Gastal (Av. Pres. João Goulart, 551 – 3º Andar, Usina do Gasômetro –Centro)

QUINTA FEIRA – 17/11
19h – MASTERCLASS DE MONTAGEM COM KAREN AKERMAN
Palestrante: Karen Akerman
Local: Cinemateca Capitólio

SEXTA FEIRA – 18/11
17h – FINANCIANDO NA EUROPA E TRABALHANDO COM AGENTES DE VENDAS (palestra em inglês)
Palestrante: Martin Hampel
Local: Cinemateca Capitólio

18h30 – MERCADO INTERNACIONAL E FÓRUNS DE COPRODUÇÃO (mesa em espanhol)
Palestrante: Erick Gonzales e Constanza Palácios
Local: Cinemateca Capitólio

20h30 – EXIBIÇÃO E DEBATE DO FILME “TALVEZ DESERTO TALVEZ UNIVERSO” NA SALA P.F. GASTAL
98min, POR/BRA, 2015, direção de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes
Debate após a sessão com Karen Akerman, mediação de Juliana Costa

SÁBADO – 19/11
16h – DO CURTA AO LONGA: CAMINHOS, DESAFIOS E POSSIBILIDADES
Palestrantes: Ana Luiza Azevedo, Gustavo Spolidoro e Marcio Reolon
Local: Cinemateca Capitólio

17h30 – HAPPY HOUR PLATAFORMA:LAB 2016
Encontro informal com os convidados, participantes selecionados e o público
Local: Cinemateca Capitólio

18h30 – A LÓGICA DO CIRCUITO DE FESTIVAIS INTERNACIONAIS (mesa em espanhol)
Palestrante: Erick Gonzales e Paulo de Carvalho
Local: Cinemateca Capitólio

20h30 – EXIBIÇÃO DO FILME “O AUGE DO HUMANO” NA SALA P.F. GASTAL

100min, ARG/POR/BRA, 2016, direção de Eduardo Williams


Vocal Monteverdi e Coral da UFRGS no Concertos Capitólio



Secretaria da Cultura de Porto Alegre realiza no próximo dia 12 de novembro, às 18h, mais uma edição do projeto Concertos Capitólio.


A exemplo do que já acontece na Pinacoteca Ruben Berta (com o projeto Clássicos na Pinacoteca), o projeto Concertos Capitólio tem o objetivo de promover apresentações de música erudita em um espaço destinado a outra atividade fim (no caso, o cinema), e ocorre sempre no primeiro sábado de cada mês, com entrada franca. Excepcionalmente nesta edição o Concertos Capitólio acontece no segundo sábado de novembro e tem como atração o Coral da UFRGS e o Vocal Monteverdi, formação musical vocal de quatro naipes masculinos a cappella, ambos sob a regência do maestro Lucas Alves.



Vocal Monteverdi iniciou suas atividades em março de 2015 e dedica-se em especial ao repertório erudito renascentista, barroco e romântico. Sob a coordenação do maestro Lucas Alves (1º tenor), integram ainda o grupo José Marcos Neutzling (primeiro tenor), Rogério Ienczak Gomes e João Ricardo Masuero (segundos tenores), Merton Vondrácek (barítono), Tarcísio Körbes e José Mariano Bersch (baixos).


Coral da UFRGS foi fundado em 13 de agosto de 1961 pelo Maestro Pablo Komlós, na gestão do Reitor Elyseu Paglioli, para atuar junto à Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, passando a dedicar-se à música à capella a partir de 1969. Teve como regentes titulares os maestros Nestor Wennholz, Irmão Renato Koch, Arlindo Teixeira, Linda Tse, Cláudio Ribeiro, Nelson Eddy Menezes, Wenceslau Moreyra, Leo Fuhr, novamente Nelson Eddy Menezes, Ronel Alberti da Rosa, Jocelei Bohrer, Marcio Buzatto e, a partir de 2009, Lucas Alves. Atualmente o Coral da UFRGS é formado por um grupo seleto de cantores, incluindo alunos, professores e funcionários da Universidade e pessoas da comunidade em geral. A preparação vocal está a cargo de Cíntia de Los Santos. Em suas mais de cinco décadas de existência, recebeu diversos prêmios em nível regional, nacional e internacional, destacando-se o primeiro lugar no II Concurso Nacional de Coros MEC/FUNARTE/Rede Globo, em 1978, o primeiro lugar no XIV Festival Internacional de Coros de Porto Alegre, em 1989, e o segundo lugar nas edições de 1993 e 1997 e recentemente, em Julho de 2016 o Primeiro Lugar Categoria Coro Erudito e Melhor Coro Misto no III Cantoritiba, Festival Internacional de Coros de Curitiba. Participou de todos os Festivais de Coros de Porto Alegre, classificando-se sempre entre os dez melhores. Das participações específicas em outros Festivais, destacam-se aquelas no Chile, Argentina, Uruguai e Paraguai, sempre colhendo os melhores elogios de crítica e de público. Em 1990, foi selecionado e representou a Região Sul no II Brasil Cantat, em Belo Horizonte. O Coral da UFRGS já realizou mais de mil apresentações, no Rio Grande do Sul, em 13 Estados brasileiros e nos quatro países citados.

No programa, obras de Grzegorz G.Gorczycki, Thomas Tallis, W.A.Mozart, Franz Schubert, Antoine Brumel, Giovanni Pierluigi da Palestrina, Ludovico Viadana, Franz Biebl, Josquin des Prez, Josef Rheinberger.


As senhas podem ser retiradas com uma hora de antecedência, na própria bilheteria da Cinemateca Capitólio.


A próxima edição do Concertos Capitólio, que tem curadoria de Ângela Diel,  está marcada para o dia 3 de dezembro.

Crédito fotos: Adriana Donato.



Concertos Capitólio

Local: Cinemateca Capitólio (Rua Demétrio Ribeiro, 1085)

Data: 12 de novembro de 2016 (sábado)

Horário: 18h

Entrada franca

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